Os Trabalhadores da Matutano, Dizem Não à Laboração Contínua!

Mais de 160 trabalhadores da Matutano estiveram concentrados à porta da empresa, no dia 3 de Janeiro. Este foi o segundo dia de Greve, contra a imposição da laboração continua.

A Matutano é uma empresa de produtos alimentares que integra a multinacional PEPSICO, com sede no Carregado/Alenquer. A administração da empresa pretendeu impor, de uma forma unilateral, a partir do dia 2 de Janeiro, a laboração continua. Os trabalhadores filiados no  Sindicato da Agricultura e das Indústrias de Alimentação, Bebidas e Tabacos de Portugal (SINTAB), não aceitam esta decisão e decidiram prosseguir com a luta .

Na Laboração continua  a empresa está a funcionar 24 horas por dia,  durante sete dias por semana. A maioria destes trabalhadores ficam sugeitos a um  regime de trabalho,  por turnos e deixam de ter o fim de semana como dias de descanso.  É do conhecimento geral que o trabalho efectuado por turnos, para além dos impactos,  negativos na saúde dos trabalhadores estes, também ficam limitados do ponto de vista das relações familiares humanas, com todas as implicações no seu bem estar e dos seus. Não se justifica que uma empresa de produtos alimentares trabalhe 24 horas por dia, quando não presta serviços essênciais. Nesta acção esteve presente o Secretário Geral da CGTP-IN  Armenio Carlos.

Fim de Ano Encerra com Luta nos Super e Hipermercados

Os trabalhadores DO PINGO DOCE, DIA MINIPREÇO E CLAREL encerram o ano de 2018  com  a realização de uma greve.

O Sindicato do Comercio Escritórios e Serviços de Portugal (CESP) durante o ano de 2018, desenvolveu com os trabalhadores um processo de luta reivindicativa, em torno do contrato colectivo de trabalho. Foram muitas as lutas travadas pelos trabalhadores por: aumentos salariais para todos, pelo fim das discriminação salarial, contra a desregulação dos horários de trabalho, pela conciliação do trabalho com a vida pessoal e familiar; pelo direito à progressão da carreira profissional, dos operadores  de armazém igual à dos operadores de loja.

O ambiente que se vive em muitos locais de trabalho, é de grande intimidação e repressão, o assédio aos trabalhadores é uma constante, ritmos de trabalho desumanos a que se soma a tentativa de implementação do Banco de Horas.  Os trabalhadores  desejam que 2019  traga avanços nos direitos, com emprego de qualidade.

Os Trabalhadores da Grande Distribuição em Luta!

TRABALHADORES DA GRANDE DISTRIBUIÇÃO FAZEM GREVE NA VÉSPERA DO NATAL

O Sindicato do Comércio, Escritórios e Serviços de Portugal (CESP) fez sair um pré-aviso de GREVE para a véspera do Natal para os trabalhadores das empresas da grande Distribuição.

Os trabalhadores decidiram esta forma de luta com o CESP após 26 meses de negociação com as empresas representadas pela Associação Patronal - Associação Portuguesa das Empresas de Distribuição (APED) - que incluem a Sonae, Pingo Doce/Jerónimo Martins, Auchan, Lidl, Dia/Minipreço, Fnac, El Corte Inglés e muitas outras. A APED continua a não apresentar propostas de verdadeiro aumento dos salários e correcção das injustiças e discriminações existentes: a proposta de aumentos em cima da mesa é de 3,21€ (menos de 11 cêntimos por dia) no salário do operador especializado, com 8 ou mais anos de casa, o que constitui uma afronta quando estas empresas têm avultados lucros. Esta proposta colocaria a generalidade dos trabalhadores pouco acima do salário mínimo nacional para 2019. A APED quer também reduzir o valor do trabalho extraordinário e desregular ainda mais os horários de trabalho com a introdução do banco de horas no Contrato Colectivo de Trabalho.

Os trabalhadores estão em greve e exigem a negociação do contrato colectivo de trabalho com:
- aumento dos salários para todos com diferenciação das categorias profissionais e fim da Tabela B (a mais baixa);
- correcção da injustiça na carreira dos operadores de armazém inferior à dos operadores de loja;
- horários regulados que permitam aos trabalhadores ter vida pessoal e familiar.

Os trabalhadores dizem não à chantagem patronal de querer baixar o valor pago pelo trabalho extraordinário e introduzir o banco de horas no Contrato Colectivo.

Esta Greve contou com a participação do Secretário Geral da CGTP-IN, Arménio Carlos, na conferência de imprensa que o sindicato marcou para a porta da APED.

Trabalhadores da Tratolixo em luta pelo seu Acordo de Empresa

Os trabalhadores da Tratolixo, reunidos em plenário, aprovaram uma resolução contra o impasse nas negociações do Acordo de Empresa por parte da Administração e mandataram o Sindicado dos Trabalhadores da Adninistração Local (STAL) para definir novas formas de luta, caso não haja desenvolvimentos nos próximos tempos.

O plenário decorreu no dia 20 de Dezembro de 2018 à porta das instalações de Trajouce e teve a presença de várias dezenas de trabalhadores, alguns deles das instalações de Mafra. Foi convocado pelo STAL, após a resistência da Administração da Tratolixo em negociar matérias pecuniárias e os horários de trabalho de 35 horas, tão importantes para os Trabalhadores. Esta ação, convocada pela Direcção Regional de Lisboa e pela Comissão Sindical da Tratolixo, contou também com a participação de Arménio Carlos, Secretário-Geral da CGTP-IN.

De realçar que estes trabalhadores não têm qualquer tipo de aumento salarial ou progressão na carreira há cerca de 10 anos e há uma disparidade de horários de trabalho dentro da própria empresa.

Com a marcação deste plenário já houve uma declaração verbal da empresa de que irá retomar a discussão sobre os salários, progressões e horários e o compromisso de fechar o Acordo de Empresa no primeiro trimestre de 2019. Os trabalhadores estarão atentos a esse compromisso e mandataram o STAL para continuar as negociações, reafirmando a sua disponibilidade para lutas futuras.

Trabalhadores da Matutano em Luta!

MATUTANO QUER IMPOR LABORAÇÃO CONTÍNUA

Os trabalhadores da Matutano, empresa de produtos alimentares, com fábrica no carregado, estão hoje em greve. A empresa quer impor aos trabalhadores a laboração contínua (7 dias por semana, 24 horas por dia) já a partir do dia 2 de Janeiro.

O Sindicato dos Trabalhadores da Agricultura da Alimentação Bebidas e Tabacos de Portugal fez uma auscultação pelos trabalhadores da fábrica e ficaram de fazer uma contraproposta à empresa, que não aceitou. Em resposta, os trabalhadores aderiram em massa à greve convocada pelo sindicato, face à intransigência da empresa.

A laboração contínua não tem razão de existir numa fábrica de produtos alimentares onde os trabalhadores já trabalham por turnos. Esta organização do horário de trabalho tem impactos muito graves na saúde e na organização e conciliação da vida pessoal e familiar destes trabalhadores.

Os trabalhadores não aceitam esta imposição e estão disponíveis para continuar a luta, pelo que aprovaram uma nova greve para o dia 3 de Janeiro.

Trabalhadores da Santa Casa da Misericórdia de Lisboa em Luta!

OS TRABALHADORES DA SANTA CASA DA MISERICÓRDIA DE LISBOA PERGUNTAM: "E NÓS NÃO SOMOS UMA BOA CAUSA?"

Os Trabalhadores do núcleo de Logística do Departamento de Jogos da Santa Casa da Misericórdia de Lisboa (SCML), concentraram-se hoje, dia 20 de Dezembro, a partir das 11h00 no Largo da Misericórdia. Estão em greve desde o dia 15 de Dezembro. Lutam por outro enquadramento profissional, pela Integração do suplemento de função no vencimento e contra a precariedade.

Esteve presente na concentração Arménio Carlos, Secretário Geral da CGTP-IN, que lembrou a necessidade da SCML cumprir o que prometeu e de disponibilizar-se para negociar o enquadramento profissional dos trabalhadores que estão como auxiliares para a carreira técnico profissional, a integração do subsídio no salário, a passagem a efectivo dos trabalhadores com vinculo precário, bem como o pagamento de um subsídio de penosidade. Os trabalhadores não querem caridade, exigem que o seu trabalho seja valorizado.

Estes trabalhadores vão estar pelas 18h00 no jantar que a SCML realizará no ALTICE Arena para todos os trabalhadores, onde irão distribuir um documento e vestirão uma T.shirt onde se lê "VIM AO JANTAR, MAS ESTOU EM GREVE!".

Frente Comum Entrega Prendas ao Governo

FRENTE COMUM ENTREGA PRENDAS/REIVINDICAÇÕES AO GOVERNO

Frente Comum realizou um Cordão Humano com a  participação de Delegados, Dirigentes e Activistas Sindicais no, dia 12 de Dezembro, pelas 14h30, em Lisboa, com início na Praça da Figueira e terminou em frente ao Ministério das Finanças, houve uma entrega ao Governo de “prendas” que correspondem a justas reivindicações sobre problemas que se arrastam e que os trabalhadores da Administração Pública exigem que se resolvam em 2019!

O anuncio do aumento de 635€ para os trabalhadores da Administração Publica é profundamente demagógico considerando que  esta actualização não decorre de qualquer vontade politica, mas sim da aplicação obrigatória da Lei em vigor, que impede que haja trabalhadores na 3ª. posição remuneratória única, 583€,  se não que ficariam remunerados abaixo do SMN, aprovado em sede Concertação Social.

Esta actualização salarial é justa e necessária é pena, é que não abranja os cerca de 600 mil trabalhadores que estão sem aumento salarial desde há 10 anos, quando todos os dias está a subir o custo de vida. Não é honesto que o Governo tente confundir os trabalhadores, e misture  progressão de carreira (que só alguns irão ter) com aumentos salariais onde se defende que abranja todos os trabalhadores.

A aplicação das 35 hde trabalho para todos, o combate à precariedade, o sistema de avaliação (SIADAP) e a questão das carreiras, foram algumas das reivindicações apresentadas durante o percurso, os activistas sindicais entoaram canticos adaptados à quadra festiva em que nos encontramos...”dlim dlim dlão, dlim dlim dlão, a negociaaaação, queremos mais salários, pra comprar pão”.

Enfermeiros do IPO em Luta

ENFERMEIROS DO IPO EM LUTA PELA PROGRESSÃO NA CARREIRA

A Direcção Regional de Lisboa do Sindicato dos Enfermeiros Portugueses (SEP), realizou no dia 12 uma concentração com os enfermeiros em frente do Instituto Português de Oncologia de Lisboa.

Os Enfermeiros exigem que o seu trabalho seja valorizado, mas para isso é preciso que o Governo dê indicações precisas no sentido de descongelar os milhares de enfermeiros que não progridem na carreira desde 2005. Após a concentração foi entregue aos Utentes um documento, onde explicam as razões da sua luta, ...”sabia que: A Adminiatração do IPO de Lisboa, ...“voltou com a palavra atrás, quanto à progressão das carreiras dos enfermeiros; discrimina negativamente os enfermeiros em função da tipologia do contrato de trabalho”... “Enfermeiros com 22 anos de serviço, neste momento, têm o mesmo salário que outros colegas em inicio de funções”. Esta situação poderia ser resolvida pelo Conselho de Administração do IPO, que tem autonomia gestionária para proceder à contagem de pontos para efeito de progressão dos Contratos dos Trabalhadores em Funções Públicas e dos trabalhadores com Contrato Individual de trabalho.

Face à falta de resposta às justas reivindicações, a contagem dos pontos e o justo descongelamento das carreiras os enfermeiros aprovaram a marcação de uma greve para dia 8 de Janeiro.

Trabalhadores da Plural em Luta

TRABALHADORES EM GREVE NA PLURAL ENTERTAINMENT

Os trabalhadores da empresa de criação de conteúdos iniciaram no dia 4 de Dezembro uma greve parcial, até ao dia 10 de Dezembro.

Os trabalhadores da Plural Entertainment, que integra o Grupo Média Capital (GMC) da TVI, iniciaram uma greve, onde exigem melhores condições de trabalho. O sindicato dos trabalhadores de espectáculos, do audiovisual e dos Musicos (CENA-STE), que representa estes trabalhadores, afirmam que a empresa.. “que estes trabalhadores não estão a ser respeitados, nem valorizados...” e exigem a redução do Período Normal de Trabalho (PNT), regra geral os trabalhadores fazem doze horas de trabalho diário.

É por isso que esta greve assume a forma de greve às horas que excedam as 8h de trabalho em cada um dos turnos e equipas. Porque a estes trabalhadores não pode ser aplicado o regime de Isenção do Horário de Trabalho (IHT), porque as suas funções não requerem disponibilidade total para a empresa e porque o seu PNT devem ser as 8h diárias.

Os trabalhadores exigem negociações com o GMC e já apresentarm uma proposta que contém um conjunto de reivindicações nomeadamente: aumentos saláriais, a fixação de horário de trabalho que permita a conciliação do trabalho com a vida pessoal e familiar, a formação profissional e o combate à precariedade. A luta já teve reesultado prático que foi a apresentação de uma contra proposta por parte da empresa, os trabalhadores em conjunto com o sindicato ficaram de analisar.

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